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Videogames no futuro: como eles vão ser?

Videogames no futuro: como eles vão ser?
10 de agosto de 2017 • 10h35 • atualizada 10 de agosto de 2017

Não há dúvidas de que a tecnologia dos games cresce de uma maneira surpreendente. Em 30 anos, passamos de consoles com apenas 8 bits de processamento para mundos abertos com tantos detalhes que, muitas vezes, conseguem enganar até os olhos mais treinados. Mas e agora? Qual é o futuro dos videogames?

O futuro da Realidade Virtual

Nos últimos anos, plataformas como HTC One, Oculus Rift e Playstation VR surgiram aos montes, e até mesmo smartphones entraram no mercado com experimentações na área da realidade virtual. A tecnologia evoluiu bastante, mas ainda precisa de algum tempo para alcançar seu potencial máximo.

Visão: o primeiro passo

Existem diversos sistemas que podem trabalhar em conjunto para fazer uma experiência de realidade virtual ser ainda mais rica. A primeira e mais fácil delas envolve a visão. Atualmente, headsets de realidade aumentada como o Oculus Rift possuem duas telas acopladas em um par de óculos: uma para cada olho.

Oculus Rift

Esse equipamento permite ao usuário experienciar um mundo 3D de modo muito mais imersivo. Funciona da seguinte forma: em um RPG como Skyrim, por exemplo, o videogame identifica a posição do jogador no cenário e produz duas imagens ao mesmo tempo, com uma pequena variação de ponto de vista entre elas. Essa variação de ponto de vista faz com que os objetos da cena sejam vistos de uma forma levemente diferente, produzindo um efeito 3D muito mais realista.

Um dos grandes desafios dos desenvolvedores desses hardwares é criar um equipamento capaz de passar uma imagem nítida o suficiente para maximizar a imersão do jogador. Em alguns equipamentos, como Oculus Rift e Playstation VR, é possível enxergar os pequenos pixels presentes nas telas dentro dos óculos, por exemplo.

Processamento

Para proporcionar a experiência de realidade virtual, é preciso criar um mundo tridimensional digital, o que requer bastante processamento. Conforme você se move pelo cenário virtual, a simulação precisa responder de acordo e enviar as imagens corretas para cada uma das telas em seus olhos.

O Oculus Rift, por exemplo, exige um computador muito potente e ainda é um pouco inacessível para boa parte das pessoas. Por esse motivo, a realidade virtual ainda se concentra em títulos mais leves e menos compromissados, com gráficos mais realistas e impactantes.

A realidade aumentada

A realidade aumentada se difere da realidade virtual e dos videogames tradicionais ao colocar elementos virtuais mesclados ao mundo real. Muitos desenvolvedores dizem que esta será a tendência no mercado de jogos eletrônicos nos próximos anos, talvez ainda mais que a realidade virtual.

Pokémon Go foi uma febre em 2016 e é talvez um dos melhores exemplos de como unir games com o mundo real pode dar bastante certo. Além de poder ver os pokémons no mundo real utilizando a câmera do seu celular, é preciso caminhar pela cidade para encontrá-los, o que traz uma nova perspectiva para o mundo dos videogames.

Realidada aumentada - Pokemon Go

Wii U e Playstation 3 são exemplos de consoles de mesa que usaram a realidade aumentada em alguns de seus títulos. Entretanto, ela é muito mais adequada para plataformas móveis, como smartphones e consoles portáteis, por permitirem uma interação muito mais rica com o mundo fora da sua sala de estar.

O mundo mobile

Os smartphones abraçaram o mundo dos games, e esse mercado cresce a cada dia. Além de jogos tradicionais, eles também são ótimas plataformas de experimentação para a realidade aumentada e a realidade virtual.

O hardware presente nos celulares é suficiente para rodar algumas simulações interessantes e vídeos em 360 graus, apesar de ter limitações impostas pela necessidade de processamento pesado. A mobilidade desses dispositivos é um prato cheio para jogos usando essas tecnologias e permitiu a criação de títulos que utilizam muito bem esses recursos.

Os jogos tradicionais em dispositivos mobile, entretanto, têm um caminho muito mais livre. O fato de a maioria das pessoas carregar diariamente um celular no bolso permite um acesso muito mais fácil da população aos games, criando febres como Candy Crush e Pokémon Go.

É difícil prever o futuro dos videogames com bastante precisão. As tecnologias existentes hoje não parecem indicar qualquer explosão de popularidade ou redirecionamento do mercado por enquanto, mas ainda assim são promissoras e é bem provável que cresçam bastante.

E aí, o que você acha? O mundo dos videogames vai mudar drasticamente ou ainda veremos jogos e consoles tradicionais por bastante tempo? Conta para nós nos comentários!

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